Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Olimpíadas

É preciso ter coragem para assumir uma postura firme em relação às absurdas violações cometidas pelo Estado Chinês aos direitos humanos e às liberdades individuais. Como protestante, não posso deixar de lado o fato de que milhares de cristãos são torturados naquele país, sem que haja qualquer movimento para por fim à perseguição religiosa, exceto manifestações isoladas.
A comunidade internacional teme exercer maior pressão em face da força econômica crescente da China, mas o fato é que o regime totalitário ali existente tem feito muita gente simplesmente sumir do mapa, considerando-se os líderes do partido comunista os próprios deuses da nação, que fazem o que querem, sem apresentar justificativas.
Criticar algo que está errado não significa que se esteja deixando de lado os próprios defeitos...O Brasil tem muito em que evoluir em termos de direitos humanos e dignidade da pessoa, mas a crítica é no sentido de se construir um mundo mais tolerante e responsável eticamente, em todos os níveis (religioso, econômico, ambiental, político...). E o fato é que ninguém denuncia o que ocorre ali porque o governo esconde tudo...não há estatísticas, o que já foi experimentado no Brasil nos tempos de ditadura.
Olha, Senhor, para a China e tantos outros países que perseguem os teus servos. Move o coração dos líderes e converte ao Teu Filho, Jesus Cristo, Rei das Nações e Senhor dos senhores. Mobiliza a Tua Igreja para esta obra, Deus.

sábado, 16 de junho de 2007

Conquista da igualdade ou abdicação da identidade?

Comentário sobre o artigo da professora Alejandra Pascual, da UnB, doutora em Direito e coordenadora do grupo Direito e ações afirmativas: direitos humanos na diversidade, publicado em 12/06/07, com o título"Diversidade", que pode ser acessado em:
Romanos 1:18-32 (leiam)

É com muita tristeza que leio um artigo como esse. Significa que hoje, na verdade deveríamos comemorar os avanços no sentido da promoção da verdadeira igualdade, da eliminação do preconceito, com os 10 anos da parada-não-sei-de-quê (são tantas categorias distintas dos meus habituais "homem" e "mulher" que eu já nem sei mais como chamar esses eventos), cientes das necessidades de serem eliminadas as barreiras ainda presentes numa sociedade preconceituosa e conservadora.
Infelizmente, em nome do pluralismo e da convivência pacífica e harmônica, temos abandonado a nossa própria natureza, defendendo práticas e conceitos que, como a própria rejeição social indica, são contrários à lógica, ao propósito, para os que crêem, da criação de Deus. Sei que falar em Deus num ambiente "acadêmico" é altamente reprovável, mas não entendo o porquê de não falar, uma vez que a maioria absoluta dos estudantes e professores afirmam nEle crer - mesmo que atitudes e artigos científicos demonstrem o oposto.
A Bíblia é muito clara ao dizer que Deus criou o homem e a mulher, dando-lhes perfeita integração, fazendo com que, juntos, formassem uma só carne. Não houve um terceiro modelo, criado igualmente à imagem e semelhança de Deus. E a palavra de Deus diz ainda, em Romanos, que os sodomitas (em referência à cidade de Sodoma, que, juntamente com Gomorra, foi destruída por Deus após atingir um grau de iniquidade insuportável, principalmente em face do homossexualismo que era normal ali) não entrarão no Reino de Deus. O apóstolo Paulo repete isso em diversos momentos.
Nosso papel é, sim, dar tratamento digno e respeitar todas as pessoas, independentemente de sexo, cor, idade, condição física ou social. Deus é amor, e seus discípulos são conhecidos por essa característica. Entretanto, quando Jesus Cristo, impediu que a mulher adúltera seja apedrejada, não a isentou de seu erro, mas disse: "Vá e não peques mais". E, consciente de que eu sou tão pecador quanto qualquer outra pessoa, seja ela homo ou heterossexual, meu desejo mais profundo é tão-somente que todos tenham a mesma alegria que eu tive ao conhecer a Jesus e recebê-lo como meu Senhor e Salvador, sendo perdoado de meus pecados e liberto da condenação.
Jamais defenderei qualquer tipo de preconceito ou tratamento desigual, em relação a quem quer que seja. Contudo, nego-me, absolutamente, a comemorar o crescimento do homossexualismo e a afirmação de que esse comportamento é natural, sendo inclusive incentivado por tantos especialistas, como psicólogos, médicos, sociólogos e defensores dos direitos humanos. Os direitos humanos são apenas uma tentativa de preservação da real essência da criação de Deus, feita para glorificá-lo integralmente. Assim, que entendamos a diferença entre amor e aprovação, entre respeito e concordância. Cristãos, assumamos nossa identidade e nossa responsabilidade com o Reino de Deus, ou deixemos de lado tudo que Ele nos ensina e ordena, para seguirmos as circunstâncias ou as opiniões desses que, com belos discursos, ignoram a realidade do Evangelho e do verdadeiro amor, que busca o melhor de Deus para o homem.
Que Deus nos abençoe!!
Em Cristo,
Pedro Felizola